Fibrilação atrial

Risco de desenvolver a doença até os 95 anos*

Risco reduzido: 11,89%

Entre 11,30% e 12,49%

*Em relação ao risco médio da população brasileira

Fibrilação atrial

Risco em relação aos outros usuários Genera

  • Risco reduzido

  • Risco padrão

  • Risco aumentado

Fibrilação atrial

Contribuição dos fatores genéticos analisados para o desenvolvimento da doença

    • Fatores genéticos analisados: 4.06%

    • Outros fatores genéticos: 57.94%

    • Fatores ambientais: 38%

Resultado e o que fazer

Seus resultados indicam um risco reduzido de desenvolver fibrilação atrial. Isso significa que o seu organismo tem uma possibilidade menor de ser acometido pela doença em comparação a outras pessoas. Entretanto, o surgimento da doença pode depender de outros fatores genéticos e de fatores ambientais. Condições como hipertensão, diabetes, insuficiência cardíaca, doença valvar, obesidade, apneia obstrutiva do sono, sedentarismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas podem levar ao desenvolvimento de fibrilação atrial. Caso perceba palpitações, falta de ar, tontura, cansaço e dor no peito procure um profissional especializado, como um médico cardiologista.

Informações adicionais

Este resultado utilizou o método de imputação genética, que leva em conta uma quantidade muito maior de marcadores além dos testados diretamente. Através da comparação de padrões em regiões próximas do seu DNA, foi possível estimar informações adicionais e preencher lacunas que, de outra forma, não estariam disponíveis. Isso torna o seu resultado mais abrangente e preciso, proporcionando uma análise ainda mais completa das suas características, predisposições e possíveis cuidados com a saúde.

Marcadores com maior relevância em seu resultado

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rs1755255541114403020.002596ENPEP
rs133296511702837510.0025826intergênico
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rs5247884111467459-0.0016987ENPEP
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rs144881741116410530.0016032intergênico
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rs100334644111720761-0.0015887RP11-777N19.1

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Saiba como calculamos o seu resultado

Referências bibliográficas

CINTRA, Fatima Dumas; FIGUEIREDO, Marcio Jansen de Oliveira. Fibrilação Atrial (Parte 1): Fisiopatologia, Fatores de Risco e Bases Terapêuticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, p. 129-139, 2021.  

LOW, Siew-Kee et al. Identification of six new genetic loci associated with atrial fibrillation in the Japanese population. Nature genetics, v. 49, n. 6, p. 953-958, 2017.  

NATTEL, Stanley. New ideas about atrial fibrillation 50 years on. Nature, v. 415, n. 6868, p. 219-226, 2002.  

VANHEUSDEN, Lutgarde Magda Suzanne; SANTORO, Deyse Conceição. Assistência de enfermagem a paciente com fibrilação atrial. Escola Anna Nery, v. 10, p. 47-53, 2006.