Doença intestinal inflamatória

Risco de desenvolver a doença até os 95 anos*

Risco padrão: 4,24%

Entre 4,03% e 4,45%

*Em relação ao risco médio da população brasileira

Doença intestinal inflamatória

Risco em relação aos outros usuários Genera

  • Risco reduzido

  • Risco padrão

  • Risco aumentado

Doença intestinal inflamatória

Contribuição dos fatores genéticos analisados para o desenvolvimento da doença

    • Fatores genéticos analisados: 11.78%

    • Outros fatores genéticos: 63.22%

    • Fatores ambientais: 25%

Resultado e o que fazer

Seus resultados indicam um risco moderado para doença intestinal inflamatória. Isso significa que, em comparação a outras pessoas, você tem uma predisposição padrão para desenvolver a doença devido a fatores genéticos. Visite um médico regularmente, em especial caso apresente alguns dos sinais e sintomas mais frequentes, como dor abdominal, sangramento retal, cólicas, diarreia, febre e perda de peso. Como a doença intestinal inflamatória engloba um grupo de diferentes doenças, o profissional fará o diagnóstico e indicará o melhor tratamento. Para uma interpretação detalhada dos seus resultados, recomenda-se o aconselhamento genético.

Informações adicionais

Este resultado utilizou o método de imputação genética, que leva em conta uma quantidade muito maior de marcadores além dos testados diretamente. Através da comparação de padrões em regiões próximas do seu DNA, foi possível estimar informações adicionais e preencher lacunas que, de outra forma, não estariam disponíveis. Isso torna o seu resultado mais abrangente e preciso, proporcionando uma análise ainda mais completa das suas características, predisposições e possíveis cuidados com a saúde.

Marcadores com maior relevância em seu resultado

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Referências bibliográficas

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE COLITE ULCERATIVA E DOENÇA DE CROHN. O processo de diagnóstico da Doença Inflamatória Intestinal (DII). Disponível em: https://www.abcd.org.br/blog/artigos/o-processo-de-diagnostico-da-doenca-inflamatoria-intestinal-dii/. Acesso em: 20 abr. 21.

BIONDO-SIMÕES, Maria de Lourdes Pessole et al. Opções terapêuticas para as doenças inflamatórias intestinais: revisão. Rev bras Coloproct, v. 23, n. 3, p. 172-182, 2003.

JOSTINS, Luke et al. Host–microbe interactions have shaped the genetic architecture of inflammatory bowel disease. Nature, v. 491, n. 7422, p. 119-124, 2012.